terça-feira, 18 de agosto de 2009

Poema sobre a relva


Para ela que se foi
um momento
que se deixou para depois.

Todo nosso acalento
naquela noite simpática
em carinho sonolento.

Uma menina carismática
me vendeu um sonho
que nunca coloquei em prática.

E então quando me ponho
sobre relva macia, lembro
que de pouco tempo disponho.

2 comentários:

  1. poucas palavras e tocantes versos.

    lembrar do pouco tempo que temos... muitos não o fazem e morrem como se nunca tivessem vivido.

    Blog Suicide Virgin

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  2. Olá! Edgard! Gracias por seguir-me, tb farei o mesmo, pois gostei do seu blog e Parabéns por este poema* Gostei!

    Gracias pela visita ao meu blog!

    Un abrazo!

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Queres sussurar algo ao Pierrot? Vá em frente, mas talvez ele esteja demasiadamente imerso na própria loucura para escutar suas palavras sibiladas...